BRASIL, Sudeste, Mulher

 

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eusoumaria



Novos endereços:

úhú! blogs novos: anote aí (e não deixe de me visitar)!

http://momariasemvergonha.blogspot.com sobre tudo

http://ponteaereasppoa.blogspot.com sobre as cidades de são paulo e porto alegre.

beijo gigante!

mônica maria

 



Escrito por Mônica Maria às 18h58
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adeus blog velho

obra: tufi kanji

parto em breve, já está certo. passei momentos bem felizes por aqui, mas só os idiotas não mudam. continuarei sendo maria, com toda a força que esse nome possui. mas mesmo o meu nome mudou. e não só ele.

nunca acreditei nesses insights que pessoas contam que tem, do tipo "recebi um chamado, uma voz me disse". não foi assim. mas ALGO parecido  aconteceu - e se alguém tão cética como eu teve esse troço, então resolvo respeitar a esta fé, que me é estranha, forte e absolutamente desconfortável. e andar com fé eu vou.

tudo isso pra dizer que esse blog já elvis, mas que novos projetinhos virão. aguarde que quando estiver distraído, eu aviso.

mônica maria.

 

 



Escrito por Mônica Maria às 12h40
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Calmaria

Mais uma vez o ócio. Ah, que delíciiiaaa! Quanto tempo isso vai durar? Não sei. Só sei que sou capaz de ficar simplesmente o dia todo assistindo a filmes. Bom, ruins, cults, de ação, de colegial, de tudo. Culpa? Sei lá onde ela foi parar...

 



Escrito por Mônica Maria às 11h10
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Feira do Livro em Porto Alegre e a mais linda mulher da cidade

 

 

 

Niko Stumpo

 

Acabo de chegar da Feira do Livro aqui de Porto Alegre, ou Poa (acho que já tenho a intimidade necessária com a cidade para chamá-la deste modo). A intenção inicial era dar uma olhadinha na Bienal do Mercosul, mas passei no Margs (Museu de Artes do Rio Grande do Sul) e não curti muito não. Aquele tipo de peça artística que é um palito de dente com a ponta pintada de vermelho em uma folha branca, sabe? Você olha, olha e não entende picas. Aí desencanei de ir até o Cais do Porto e à Usina do Gasômetro ver o resto. Na Feira anunciaram uma palestra com o Rubens Ewald Filho, mas eu acho esse cara um mala. Optei por aproveitar as banquinhas da Feira, que estavam bem ali debaixo do meu nariz. 

 

Impossível passar e não comprar. Teve um livro que eu lia escondido quando era criança. Chama-se Crônica de Um Amor Louco de Charles Bukowski. Era do meu irmão, que nunca emprestava livros e discos. Não por censura, era ciúme mesmo. Aí já viu, né? Proibiu, atiçou. Claro que Bukowski não é exatamente infanto-juvenil, mas não fez diferença pra mim.

 

O primeiro conto é A Mais Linda Mulher da Cidade e o mais lindo de todo o livro. Até hoje, antes dele voltar pras minhas mãos, eu me recordava de suas primeiras palavras: “Das cinco irmãs, Cass era a mais moça e a mais bela. E a mais linda mulher da cidade.” Li  em alguns minutos e mesmo com os seus palavrões e erotismo (característicos do autor e que permanecem ao longo de toda a obra), achei a história de Cass e do seu romance como o narrador feioso tão poética, triste e linda que não titubeei em comprar o livro. Fizeram até um filme meio cult com essa história, com a belíssima italiana Ornella Muti. Nunca tive coragem de alugar. Fiquei com medo que me tirasse a lembrança melancólica e deslumbrante que eu tinha da mais bela das cinco irmãs. Fica a dica.

 

 

Outro livro bobinho que eu comprei foi a biografia da Jane Fonda. Estava no balaio de cinco reais. Adoro biografias! Com suas mentiras ou revelações picantes, adoro todas. Ela é tão bonita e fala-se tanta coisa (sua militância política, bulimia e o romance com o diretor comedor Roger Vadim), que achei que valeria a aquisição. Depois eu conto se é boa.

 

P.S. - (Atenção turista: Quando você acaba de ver, dá pra parar em uma espécie de bar e restaurante trilegal (esqueci o nome), que assim como a Feira tem um espaço delicioso ao ar livre. Tomar uma cervejinha observando a movimentação dos gaúchos pra lá e pra cá com suas sacolinhas. Depois dê uma passada Cais do Porto pra curtir o Rio Guaíba, de preferência no final da tarde. Vá por mim ;)

 

 

 

 

 

 



Escrito por Mônica Maria às 18h48
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Mais um Triste Ranking

Obra: Andy Warhol

 

Eu vi esta semana. Mais uma vez estamos mal na fita.

 

Brasil é 74º no ranking de igualdade entre os sexos

 

"O Brasil ficou em 74º lugar no ranking de igualdade entre os sexos elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, divulgado nesta quinta-feira (8). O país caiu sete posições em relação ao ano passado, mas o relatório ressalvou que a queda é devida à entrada de novos países na contagem.

Mais uma vez, os países nórdicos dominaram o ranking. A Nova Zelândia entrou no seleto grupo dos cinco países onde há menos desigualdade, e os Estados Unidos ficaram apenas em 31º lugar.

O país mais bem colocado da América Latina foi Cuba, em 22º lugar, seguido pela Colômbia (24º), pela Costa Rica (28º) e pela Argentina (33º). Cuba participou do ranking pela primeira vez, junto com outros 12 países estreantes.

 

 

Líderes

Suécia, Noruega, Finlândia e Islândia mantiveram-se nos quatro primeiros postos do Índice de Igualdade entre os Sexos de 2007, divulgado na quinta-feira pela entidade suíça.


Fonte: Folha de São Paulo.

Eu me espando quando percebo quão difícil é, para algumas pessoas, desfazer-se de alguns valores da pedra lascada. O preconceito contra as mulheres no Brasil é igual ao preconceito contra o negro: velado, disfarçado e muitas vezes difícil de admitir. Antes que você me chame de feminista recalcada, vou logo dizendo que acredito piamente que homens e mulheres sejam diferentes.

Agora, se a gente faz o mesmo trabalho (e cada vez mais estamos fazendo, muito bem por sinal), porque temos que ganhar menos? Hein?! Porque na hora de pagar as contas, meu bem, o valor é o mesmo. Ou vou começar a exigir desconto da luz, do gás...

 

 

 



Escrito por Mônica Maria às 18h24
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O casório

 

Casar é...

 

Caro. Nossa, como é caro! Como assim, fotos de convites? Ai, vamos fazer mais de um modelo: esse pro pessoal t.f.p. e o outro pra galerinha do mal...hehe. Tem gente que gasta tudo isso pra uma festa de casamento? Nossa, mas dá pra fazer uma viagem internacional! Acha que vai valer a pena? Vai sim, amamos os nossos amigos e queremos compartilhar a alegria. É, tem razão.Tanto tempo que eu não vejo a minha família. Mas a senhora tá cobrando muuuuito caro mesmo. De agora em diante não digo mais que é pra casamento e tudo muda. Eu não sabia que tinha que alugar o espaço da festa também. Estava me sentindo um ET naquela degustação chiquérrima. Fui a única que foi sem o noivo e a moça achou que eu não queria casar coisa nenhuma e sim aproveitar a boca livre. Quanto você disse que é? Há há há! Tem gente que não tem noção do valor do dinheiro. Ao menos do meu. Olha, parece que achei um bufê razoável, não cobram o aluguel do salão, só por pessoa. Ufa, um problema a menos. Como assim, primeiro aluguel? Não, não sei como funciona, apesar de já ter feito milhões de matérias pra Noivas & Noivos. Pois é quando a costureira faz o vestido do jeitinho que vc quer, mas é aluguel do mesmo jeito. Fala rápido que eu tô trabalhando. E você acha que eu tenho tempo de me preocupar com casamento? Será que é isso mesmo que eu quero? Claro que é, um presente nosso para compartilhar, já falei. Afinal já estamos juntos mesmos. Tem certeza que quer ficar com um homem como eu, tão mais velho? Ué, já tive quatro anos pra pensar nisso. Já está pensadíssimo, porque iria mudar agora?

Então vamos adiante. Esse DJ aí eu contratei às cegas, que cheque pré-datado. E se for um golpista? E se sumir com a minha grana?

O bufê também foi às cegas. Que emoção.

Eu acho muito difícil fazer a seleção de músicas, é muita gente diferente junta. Dane-se, vou botar um monte de música que eu gosto e pronto. Se bem que tem a minha mãe, né? E aquele tio. Pensando bem, vou deixar a experiência do DJ entrar em ação. Se bem que eu fiz as matérias de noivas, pq agora não tô conseguindo?

Uma amiga pediu pra escrever o nome completo na barra do vestido. E disse que tinha que ser completo meeeesmo, pra não ter problemas com homônimas. Eu esqueci. Ela não gostou.

E pensar que eu saía correndo do buquê nos casamentos, na contra-mão do resto. Não dá mesmo pra cuspir pra cima.

Noivinhos de bolo? Quanta futilidade...Pára com isso, casamento é legal. Hm. Ai, que fofos esses noivinhos de bolo! Mas moça, eu quero um de cabelos grisalhos. Gri-sa-lhos. Já andei essa rua inteira. Achei um!!! O único!

Guarda pra mim, pelamordedeus!!!!

Acho que uma guirlanda de flores naturais vai ficar show!

Porque a gente quer casar no templo budista? Porque eu sou budista, oras. Embora não pareça. Desde 2001. Ele não é. Torceu o pé na meditação.

Meu Deus, que nervoso! Não sei qual o motivo. A família toda, seria tão legal se meu pai e meu irmão estivessem vivos pra ver isso. Deu vontade de chorar, mas olha só o povo. Lagriminha, pode voltar pra dentro. Não vou dar vexame. Mais uma rodada de saquê e eu fico bebinha. Que merda de trânsito. Quanta gente olhando a noiva dentro do taxi.

Agora o que eu quero é chapar o coco e dar risada. Estar com os amigos, achar graça das músicas de casamento. Convidaram um pessoal que fica dançando "de passinho"! Há há há!

Quanta gente me surpreendeu. Pro bem e pro mal.

Estou realmente feliz. No fundo, acho que a graça da vida está nas efemérides. Se for parar pra pensar, na verdade não há amanhã, lembra? E ataquei na musiquinha dos anos 70.

 

Obra: Estudio Vasava - Barcelona



Escrito por Mônica Maria às 15h14
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Paulo errado

Foto: José Pimentel/Agencia Estado

Assistir Paulo Autran no palco, na peça Visitando o Sr. Green, foi bem melhor do que o dia que eu tomei ecstasy. E tão bom quanto ler, ainda criança, Alice no País das Maravilhas de Lewis Carrol. E o que poderia ser melhor do que o retorno de um sentimento de infância?

Não sou nem um pouco desses papos de exotérica, mas ele irradiava luz na pele do judeu ortodoxo que ficou amigo de um gay e não queria jogar as listas telefônicas no lixo, pois "não devemos jogar livros".

Vi também O Avarento, também muito bom. Neste caso, mesmo ele com mais companhias brilhava e ofuscava todo o resto.

O que dizer de um sujeito que nasceu no Dia da Independência e morreu no Dia da Criança? Eu concordo com ele: se não morressemos, a vida seria bem chata. Imagina só.

Bem que podia ser um outro Paulo, o Maluf, que andou passando mal, no lugar dele (o bom desse blog é que ninguém lê, então posso avacalhar todo mundo!). Eu sei que não é algo muito bonito de se desejar, mas sou humana e má, às vezes.



Escrito por Mônica Maria às 17h58
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Meu primeiro livro

Ontem foi a big festa de lançamento do meu primeiro livro - e estou que não me agüento! O Livro de 25 anos da empresa Soho Cabeleireiros, que todo paulistano conhece.

Estou felicíssima, porque este é o reconhecimento de um trabalho feito com muito empenho e paixão.

Pena que não pude chamar mais pessoas que gosto para a festa (que era mais deles do que minha), mas tá valendo. Pena também que só recebi poucos exemplares, que já têm donos.

Mas um dia isso vai ser diferente, tenho certeza.

 



Escrito por Mônica Maria às 10h53
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Divulgação do Livro do Soho (feito por mim)



Escrito por Mônica Maria às 10h48
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Luto

Luto pelas vítimas do acidente com o Airbus-A320 da TAM. O trajeto que eles fizeram eu vivo fazendo, daí alguns amigos terem até procurado o meu nome na lista de mortos.

Não quero engrossar o coro daqueles que ficam reclamando e não fazem porra nenhuma. Mas até quando vamos continuar sem fazer porra nenhuma? Será que a culpa também não é nossa?

imagem: wikipedia

 

By the way, este blog deve mudar, assim como eu. De nome, de endereço e de razão de viver. Aguardem!



Escrito por Mônica Maria às 11h30
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vicky e danielle - transformers

A pedidos do meu amissíssimo Ian, estou dando um toque. No link abaixo você confere o trailer/animação "mulherzinha" do filme Transformers:

Acessaí: http://br.youtube.com/watch?v=V817n8XHRak 

Beijo enorme, ótimo dia.

 



Escrito por Mônica Maria às 09h48
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mudança

vou mudar. e estou com medo de:

- não me adaptar

- não bater sol na sala (não que morra de amores por sol, mas tenho de reconhecer o seu papel imprescindível para a saúde e para as roupas secas)

- não curtir o bairro (de gente fresca, aí todo mundo vai achar que eu sou fresca também, o que não é verdade)

- não poder ir mais a pé às cantinas do bexiga

estou feliz porque:

- vou ter um quarto para acomodar decentemente as pessoas que amo e que vêm de longe.

- vou ter um cômodo para trabalhar sossegada e na santa paz de deus

- vou ter uma àrea de serviço e TRÊS - eu disse Três - banheiros.

- vou fazer um chá de cozinha para que minhas adoráveis amigas ajudem-me a segurar essa onda, porque os tempos não estão bolinho.



Escrito por Mônica Maria às 09h32
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Veranópolis e a felicidade

Monumento na cidade de Veranópolis. Foto: www.terrasgauchas.com.br

 

Passei uma semana de pingüim aqui no Rio Grande do Sul. Bom sentir um friozinho, sensação essa que havia esquecido. Acho mais fácil de lidar com o frio. Temos uma lareira (por aqui não é nada incomum) e sempre há um vinho tinto ao alcance da mão. Aí pronto.

 

Primeiro foi Veranópolis, onde fomos quando começou a esfriar. Dizem que é a terra da longevidade porque os idosos vivem uma penca de anos. A parte da colônia italiana do Rio Grande do Sul parece um outro país, assim como a Liberdade em São Paulo. A estrada é linda, meio sinuosa, cheia de tendas com coisinhas pra vender. Inúmeras coisinhas: frutas, queijo, salames, doces, panelas, objetos de decoração, etc, etc, etc. E o melhor de tudo é que não é como Gramado, pra turista ver. Aquele dialeto me lembrou os meus avós maternos reunidos em volta da mesa de Natal, falando muito alto com os seis filhos e mais uns trocentos netos. No Sul, italiano é chamado de gringo. Achei isso engraçado.

 

Conheci a dona Gertrudes, Tude para os íntimos. Ela sabe tudo de ervas e zomba dos médicos. “Médico não fala o que faz bem pra gente”. Em princípio estranhei, mas pensando bem acho que faz todo o sentido. Recentemente fui a um congresso cheio de doutores e me surpreendi ao vê-los empurrarem vitaminas caríssimas, na intenção de vender mesmo. Tipo: não é todo mundo que precisa tomar. Só os idosos, porque são idosos, as crianças, porque são crianças, os adolescentes por causa do fast food, as grávidas, os atletas, os que se alimentam mal e os estressados com a vida moderna. E pode me dizer quem não está em nenhum desses grupos? Pois a dona Tude fica com as ervas de sua horta e não vai ao médico faz bem uns três anos. As ervas são excelentes pra tudo, tudo mesmo. Sem menosprezar a alopatia, pois não sou ingrata e ela já me curou várias vezes, acho que o povo de Veranópolis vive bastante por causa dela. Da dona Tude, digo.

 

Fiquei uns dias naquela casinha de madeira e imaginei que não é preciso muita coisa para ser feliz. Pena que eu preciso do Masp, das exposições gratuitas da Paulista, dos teatros do Bexiga e dos filmes alternativos para me sentir bem. Senão mudava pra lá e garantia vida longa.

 

 



Escrito por Mônica Maria às 13h01
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Combina ou Não?

Manga com leite, chinelo com meia, queijo com goiaba... São tantas as combinações do cotidiano que resolveram fazer um site chamado COMBINA OU NÃO pra avaliar essas possibilidades através dos vídeos  mais engraçados na internet que abordam os relacionamentos mais absurdos.

 

Qualquer pessoa que visitar o site pode participar, decidindo se as combinações dos vídeos funcionam ou não. Além disso, dá pra sugerir outras combinações  bizarras e enviar vídeos através de um formulário. Alguns deles já chegaram a ser visto por mais de  60.000 pessoas.

O site está no ar desde a primeira quinzena de Abril, contudo até ontem o site não indicava qualquer informação sobre os seus realizadores. Agora quem entrar no site, descobrirá que o Combina ou Não é uma ação da Johnnie Walker para promover o Red Mix, a combinação do Red Label com frutas. No novo site, além dos vídeos, o visitante terá acesso a outras informações relacionadas ao mote de combinações, como Mashup (fusão de duas músicas distintas) e Twitter (blogagem através de aparelhos celulares), receitas com a bebida e lugares onde a mistura pode ser encontrada.

Quer saber. Acesse www.combinaounao.com.br

Beijocas a todos. 



Escrito por Mônica Maria às 11h34
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Susto

Uma parenta teve um "ataque de aneurisma" e quase morreu. E eu, que estava preocupada com dinheiro para apartamento e algumas frescuras, gelei na hora e percebi que viver bem não tem tão a ver com grana como a gente imagina. E TUDO a ver com saúde. Bom, isso eu já sabia porque meu irmão me ensinou. Mas a vida se encarrega de lembrar a gente.



Escrito por Mônica Maria às 17h45
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