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Paulo errado

Foto: José Pimentel/Agencia Estado

Assistir Paulo Autran no palco, na peça Visitando o Sr. Green, foi bem melhor do que o dia que eu tomei ecstasy. E tão bom quanto ler, ainda criança, Alice no País das Maravilhas de Lewis Carrol. E o que poderia ser melhor do que o retorno de um sentimento de infância?

Não sou nem um pouco desses papos de exotérica, mas ele irradiava luz na pele do judeu ortodoxo que ficou amigo de um gay e não queria jogar as listas telefônicas no lixo, pois "não devemos jogar livros".

Vi também O Avarento, também muito bom. Neste caso, mesmo ele com mais companhias brilhava e ofuscava todo o resto.

O que dizer de um sujeito que nasceu no Dia da Independência e morreu no Dia da Criança? Eu concordo com ele: se não morressemos, a vida seria bem chata. Imagina só.

Bem que podia ser um outro Paulo, o Maluf, que andou passando mal, no lugar dele (o bom desse blog é que ninguém lê, então posso avacalhar todo mundo!). Eu sei que não é algo muito bonito de se desejar, mas sou humana e má, às vezes.



Escrito por Mônica Maria às 17h58
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